Produtividade impulsiona tráfego de pesados no Corredor CART.

24/11/2020
Levantamento da Concessionária aponta alta de 10% em movimentação de cargas em suas.

O aquecimento de diversos setores da cadeia produtiva, verificado a partir de setembro, refletiu na movimentação de cargas pelo corredor rodoviário administrado pela CART Concessionária de Rodovias no Centro-Oeste Paulista. Houve uma alta verificada de 10% no comparativo entre o nono e o décimo mês do ano nas cidades que formam polos industriais e que têm parcela significativa da produtividade voltada para o agronegócio.   

De Bauru Presidente Epitácio, em uma malha de 444 quilômetros das rodovias SP-225 – João Baptista Cabral Rennó, SP-327 – Orlando Quagliato e SP-270 – Raposo Tavares, predomina a passagem de cargas vindas de estados do Sul e Centro-Oeste, além dos 32 municípios que formam o Corredor CART.   

Neste período, as safras de milho e de soja, que em outubro apresentaram aumento médio de 10% na produção nos estados vizinhos, influenciaram o Volume Diário Médio de veículos pesados. Os carregamentos têm como origem estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. “São, em sua maioria, veículos que viajam até o terminal intermodal da Hidrovia Tietê-Paraná, Porto de Santos, ou que abastecem cidades das regiões Central e Noroeste do Estado”, explica Luis Santos, gerente de Operações da CART.   

  

Indústria  

A produção industrial, que também apresenta saldo positivo em todo o Brasil, e segue com a quarta alta consecutiva no ano, é vista como outro balizador da movimentação aquecida de carga no Centro-Oeste Paulista, especialmente de produtos como alimentos e bebidas, ferragens, materiais para construção, carnes, açúcar e óleo vegetal.   

  

CARRETA ON LINE

“Seja para o escoamento da produção paulista para outros estados ou produtos vindos de indústrias de fora, há uma variação no tráfego que mostra a diversidade da atividade industrial que circula pelo Corredor CART, o que confirma a sua representatividade no desenvolvimento econômico do país, ao considerarmos esta rota interestadual entre as regiões mais aquecidas economicamente”, avalia.   

Comportamento de tráfego  

De acordo com Luis Santos, além do percurso que trará menor intervalo na viagem, os principais fatores que levam o motorista a fazer a sua rota são a mobilidade e infraestrutura oferecida no trajeto.   

Esta percepção, avalia, ficou ainda mais nítida nas ações durante a pandemia, que aproximaram caminhoneiros das equipes operacionais da CART. O motorista profissional sempre irá dar preferência para uma rodovia que seja duplicada, com um suporte oferecido pela Concessionária sempre que precisar e uma ampla rede de postos de combustível para abastecer, descansar e fazer a sua refeição”, conclui.  

Fonte: Cart.

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